24 abril 2009

A acompanhar o cravo de abril...sai uma quarto-desfeita


Em vez de pedir meia-dose de meia-desfeita, será que eu não devia ter pedido uma quarto-desfeita?


IrmãGinaSão, a propósito do seu pedido de hoje para o almoço

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06 abril 2009

Balanço do mês de Março 2009

O mês de Março foi um mês em grande em termos de cinema.
Começámos por ver o Happy-Go-Lucky, de Mike Leigh, que não me desiludiu pela boa caracterização dos ingleses (e inglesas), e do próprio ambiente.
Vimos depois o "Slumdog Millionaire", que, no meu entender, não é genial. Digamos que tiveram uma boa ideia, mas exageraram na estória romântica. Para além disso, o 'tratamento' dado à miséria indiana é feito num tom ultra-light e quase cómico...
Por último seguiram-se dois excelentes filmes, o "Gran Torino", que espero ganhe um óscar para o ano, e o "Wrestler", que é tão bom que dá neura...

Em Março fomos duas vezes ao teatro.
No Teatro D. Maria II vimos o "Esta Noite Improvisa-se", de Luigi Pirandello. A 1ª parte é muito boa. A 2ª é ultra aborrecida de tão longa e irrelevante que é.
No Teatro da Comuna assistimos à peça "Variações Enigmáticas" de Eric-Emmanuel Schmitt. Recomendo a peça, pelos actores, e pelo própria estória. É a 3ª peça que vemos deste autor, pelo que considero que ele tem capacidade de inventar estórias bastante diferentes e que prendem.

Só vimos um espectáculo de dança contemporânea em Março. Foi o "Big in Bombay", no CCB. A expectativa era grande. Embora a peça tivesse partes muito boas, falhou no seu todo.

Em termos de exposições, vimos três. A primeira foi no Museu do Chiado, intitulada "Outras Ficções". Havia peças boas - embora muitas já tivéssemos visto -, mas custa pagar 4 euros por uma exposição que se vê em 20 minutos! [Tenho que ver se não me esqueço que aos domingos de manhã a entrada é livre]
As duas exposições seguintes foram em Serralves (Christopher Wool e BES Revelação). Tivemos muita sorte pois chegámos à hora em que estavam a fazer uma visita guiada, o que ajudou imenso a perceber as duas exposições.

Mau, mesmo mau, foi a ópera no Instituto Franco-Português, intitulada Voz Humana. Uma seca autêntica!!!

Em termos gastronómicos, há a referir que, no fim de semana em que estivémos no Porto almoçámos na esplanada da Quinta do Fojo (golfe) com uns amigos, com um tempo óptimo!
No mês de Março ainda fomos jantar com amigos a um restaurante russo (Tapadinha) e a um restaurante indiano (neste caso para festejar o doutoramento do agora-doutor-por-extenso-darth-ácão).

Fomos ainda ao Ondajazz, um bar com música ao vivo, onde os Terrakota actuaram com a Sara Tavares. Digamos que a melhor parte da noite foi antes da actuação, em que pudémos conversar com os amigos e pôr a conversa em dia.

Last, but not least... muito pelo contrário... há a referir uma novidade introduzida em Março: o home-picnic. O picnic programado para Monsanto teve que ser cancelado (vento gelado!!!), mas "o rebanho" não desistiu e fê-lo numa "pastagem-caseira". Houve frango, quiches, batatas fritas, queijos, foie-gras, pastelitos, salada, morangos, cervejas, bom espumante, ... Conversou-se bué, jogou-se ao Uno e ao Party, viu-se o Portugal-Suécia (miséria) e 4 resistentes viram o dvd do "Closer" até às 3h30m (altura em que me lembrei que mudava a hora! Ooops...)

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19 março 2009

Alerta Pombalino...

MESSAGE Foge Quintanilha!... que o José Seramargo anda atrás de ti. SEND

plink plink plink plink

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TYPE MESSAGE Que se passa? SEND TO zero-virgula-zero-sete

tinóni tinóni tinóni

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MESSAGE Os teus amigos resolveram lançar uma bomba do céu, bomba essa que acertou no ombro esquerdo do Seramargo quando ía ele a caminho do marquês de pombal, a pé. Presume-se que irá fazer queixa dos teus amigos ao marquês SEND

plink plink

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FLY FLY FLY

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02 fevereiro 2009

Balanço do mês de Janeiro (*)

O mês de Janeiro foi um mês (cheio) de cinema.
Aqui vai a lista dos filmes que vimos, por ordem cronológica:
- Fome;
- A Valsa com Bashir;
- A Onda;
- Vicky Cristina Barcelona;
- Sete Vidas;
-Milk.
São seis filmes, todos muito bons.

Para além do cinema, também houve espaço para a música. Assistimos a uma ópera e dois concertos, a saber:
- Concerto de Ano Novo na Sé Patriarcal de Lisboa;
- Fausto, de Charles-Gounod, na Ópera de São Carlos;
- Orquestra Metropolitana de Lisboa (Haydn e Mendelson), no Palácio da Ajuda;
O Fausto é, de facto, uma obra fantástica, para além de que a coreografia era boa. [Nota: Havia muitos colonáveis na assistência, como de costume].
O Concerto da Metropolitana foi muito bom, sendo de destacar a violoncelista Sol Gabetta, que tocou de forma soberba o Concerto de Haydn para Violoncelo e Orquestra.
O concerto de Ano Novo foi bom (e estava à pinha), mas a acústica da Sé não é genial e o orgão não se ouvia muito bem. A segunda parte do concerto foi boa, com bons cantores e boa música.

No que diz respeito a exposições, fomos a quatro:
- Paula Rego e os Anos 80", no Palácio Anjos, em Algés (Colecção Manuel de Brito); - "Listen darling...the world is yours", na Fundação Ellipse;
- "Surrealismo" na Cordoaria Nacional;
- "Lá Fora", no Museu de Electricidade.
A exposição do Museu de Electricidade é a não perder. A maioria das obras são muito boas. Para além disso ficamos a conhecer artistas que 'andam lá fora a lutar (muito bem) pela vida'.
A exposição da Cordoaria também vale a pena. Muitas obras, e algumas muito boas. Registo que na exposição figuram algumas pinturas do meu tio-avô António Pedro, e que na parede colocaram uma frase da sua autoria que me fez sorrir: "Hoje não sei porquê apetece-me uma história de formigas"...
A da Fundação Elipse foi uma desilusão, à excepção da projecção de dois filmes (projectados em simultâneo, mas frente a frente, o que impossibilita vê-los em simultâneo - temos que rodar a cabeça como se estivéssemos num jogo de ténis...). Os filmes mostram a mesma pessoa (muçulmana) na Turquia e em Nova York, num paralelo interessante de analisar em termos de semelhanças e diferenças.

Em Janeiro ainda fomos a um casamento de um amigo, na Várzea de Sintra. Boa companhia, boa música (uma banda ao vivo , com três músicos a tocar boa música cantada em inglês e em brasileiro - música actual e outra nem tanto -, com muita qualidade [A melhor, para mim, foi a que cantaram do Gabriel, o Pensador, intitulada 2345 meia 78]. A voz do cantor era particularmente boa!), bons doces e uma divertida aula de dança (que envolveu balões!). A particularidade deste casamento consiste em ser a primeira vez que assisto a um segundo casamento de um amigo ao qual também fui ai primeiro casamento...

Em Janeiro não fomos a nenhum Espectáculo de Dança Contemporânea, mas em Fevereiro vingamo-nos. Para já há a registar que no próximo fim de semana (5-6 de Fevereiro) há 1 espectáculo no CCB (AMJAD), e que a 19 de Fevereiro temos Rui Horta na Culturgest.


FlorGrela Estampa

(*) Inclui o dia 1 de Fevereiro.

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26 dezembro 2008

Natal e Ano Novo - Apesar de Tudo

Gosto do Natal, apesar de tudo.
Apesar de tudo?
Sim, apesar das disparidades económicas que sabemos existir no mundo. E também apesar das disparidades de formas como cada qual encara ou vive o Natal. E apesar de algumas meias ou paninhos de loiça…Até mesmo quando não estou com a saúde a 100%, como foi o caso de este ano, em que não toquei em nenhum doce nem em nenhum frito de Natal!

Gosto do fim de ano, (igualmente) apesar de tudo.
Apesar de tudo, outra vez!?
Sim, apesar de ter sido num 1º dia de Janeiro (distante) que o meu Avô morreu, o que traz sempre alguma carga ao dia.
[Penso, que talvez isto até faça algum sentido… O meu Avô foi tão importante na minha vida, que faz sentido que tenha morrido num dia considerado importante.]
Bem, mas não nos deviemos.
Gosto do fim de ano, pois gosto de fazer balanços.
Gosto de pensar nos espectáculos que vi, no que fiz, no que correu bem e, por contraste, no que correu mal, no que comprei, no que recebi, no que evolui {hehehe: aqui estamos no modo “insert tanga”}.

Folheei no final do almoço o suplemento do Jornal Público- o ípsilon, que esta semana tem umas quantas páginas dedicadas aos livros, concertos, músicas, filmes, etc., que tiveram impacto em 2008 (enfim, digamos que é uma espécie de “best of 2008”).

Este folhear serviu de trigger para a minha Revista Cinéfila do Ano 2008.
Ficam aqui os seis filmes que gostaria de destacar – não sendo rígida a ordem de preferência.

GOMORRA

ESTE PAÍS NÃO É PARA VELHOS

A TURMA

O SEGREDO DE UM CUSCUZ

AMOROSCUROCASINEGRO (este filme é de 2006, mas só o vimos em 2008, num ciclo de cinema espanhol que houve no Cinema S. Jorge)

JOGO DE CENA (este filme brasileiro foi visto no Doc Lisboa 2008)


Quanto à da Dança Contemporânea, há a destacar para já os seguintes espectáculos e coreógrafos… ou seja os que vêm imediatamente à memória. Mas há bastantes mais… é só procurar um pouco mais no blogue {mas por ora não tenho tempo}

SCOPE de Rui Horta

RANDOM de Rui Lopes Graça

FlorGrela Estampa em balanços

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03 dezembro 2008

A irritante moda

Quem me conhece, sabe que não sou uma pessoa que vá muito às lojas para comprar roupa, sapatos ou acessórios.
Mesmo quando (acho que) preciso de comprar algo, é frequente ir adiando a ida às compras.
Quando finalmente tento ir a esta ou aquela loja, o mais frequente é voltar de mãos a abanar.
Daí que cada vez me apeteça menos ir às compras...
Hoje fiz mais uma tentativa. Entrei em duas sapatarias, olhei, olhei, e até me forcei a experimentar umas botas que me pareceram possíveis de serem compradas. Mas depois comparei as botas que tinha calçadas com as que ía comprar e desisti. [As que tenho são muito mais giras, mesmo não estando já muito novas.] Enfim, é verdade que não gosto muito de botas em bico, mas também não gosto das que (supostamente) este ano estão na moda, que são demasiado redondas para o meu gosto.
Botas arredondadas é o que se usa - disse-me a senhora da loja - e para o ano ainda podem ser mais arredondadas - rematou...
A moda vai-me aos nervos! Mas por que razão todas as lojas vendem o mesmo? Onde estão a diferenciação, a personalização, o foco no cliente, tão falados no MBA?
Será que somos, de facto, meros carneiros, que adoramos botas em bico no ano n-1, botas arredondadas no ano n, e botas assim-assim no ano n+1?
Acho que, da próxima vez que encontrar o modelo de botas que gosto mesmo, compro 10 pares, para durante mais de uma década não ter que me preocupar mais com isto...
Só de pensar que quero/devo(?) comprar um casaco comprido, tremo. O que estará na moda este ano? O que será que me vão querer impingir? Será que acertei no ano dos casacos como eu gosto? Faço figas para que sim.

FlorGrela Estampa

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01 dezembro 2008

Pinheiro manso e nostalgia

Foi-se o pinheiro (manso) da minha infância - soube ontem.
Os meus Pais deram-me a notícia animados. Não me foi pedida a opinião e, mesmo que fosse, provavelmente nada mudaria. Havia, de facto, muitas razões para cortar o pinheiro... estava demasiado perto da casa, já estava demasiado alto, deitava muita caruma - sobretudo para cima do tenhado -, as raízes estavam a dar cabo de outras plantas, etc..
Enfim, tudo isto é verdade, mas para mim o pinheiro só me traz boas recordações e estou triste por saber que desapareceu.
Passei horas a gozar o pinheiro da casa de fim-de-semana e férias dos meus Avós (e minha, na altura!)... a brincar junto ao pinheiro, a andar de bicicleta à volta dele, a subir ao pinheiro (bem, na realidade, eu não conseguia subir até lá acima - só até metade -, mas fascinava-me ver os meus primos mais velhos a subirem até ao topo), e ainda a partir (e a comer) pinhões, a andar de baloiço...
Andei horas de baloiço, sozinha ou com os meus primos. Ora no baloiço azul bébé, que era direito, ora no vermelho, que era redondo, o que nos permitia ficarmos tontos de tanto andar à volta. Também houve uma altura em que foi colocada uma escada de corda no pinheiro (uma escada feita por um tio meu), que nós subíamos e descíamos frequentemente durante as nossas brincadeiras.
Creio, também, que o primeiro dinheiro que ganhei fico a dever ao pinheiro e aos seus pinhões... Nas férias do Verão, os meus primos e eu partíamos os pinhões e vendíamos frasquinhos aos meus Tios, Pais ou Avós. Mais tarde comíamos os bolos com os pinhões que partíamos, o que era sempre divertido.
Para além disso, acho que o pinheiro ainda era novo demais para ser abatido. Tinha menos de 50 anos...
Mas agora já está... e não há UNDO.
Que dirão o casal de pica-paus que gostavam de o visitar?

Por ironia, ontem à noite (poucas horas depois desta notícia) estive a tratar de outro pinheiro, o de Natal, o que me deixou um tanto nostálgica. A casa dos meus Avós já não tem Avós... e também já não tem Pinheiro. E eu tenho saudades. Saudades de ver o meu Avô a varrer a caruma do Pinheiro, pela manhã, e ao final do dia, se preciso fosse. Saudades de ver a minha Avó sentada à sombra do Pinheiro a fazer crochet ou a arranjar um vaso com flores. Saudades das férias de Natal, em que passava horas a fazer um puzzle (de mais de 50o peças) e em que de vez em quando olhava para as pinhas e troncos deste Pinheiro a arder na lareira.
O Pinheiro foi abatido a 22 de Novembro de 2008 - ainda não vi, mas também não estou com muita vontade - e, por ora há muita lenha... mas até quando? Dois anos? Três?

UNDO, UNDO, onde está a tecla do UNDO?

FlorGrela-Nostálgica

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02 outubro 2008

Espectáculos Outubro 2008

Outubro é o mês da 9ª Festa do Cinema Francês e do DocLisboa.
Há já vários anos que vou ao DocLisboa. É um acontecimento importante, pela qualidade dos documentários que - felizmente - faz encher salas.
A Festa do Cinema Francês não tenho hábito de ir ver, mas já vi na programação que há um filme que quero ver no dia 10 de Outubro, no Cinema São Jorge, às 22 horas: “Paris”. Realização de Cédric Klapisch (O tipo que realizou “O Albergue Espanhol” e “As Bonecas Russas”.) Com Juliette Binoche, entre outros.

Bem… Até ao fim da semana vou tentar fazer a selecção de tudo o que quero ver, para depois tratar de comprar os respectivos bilhetes. É que o ano passado não consegui ver muitos dos documentários que me despertaram mais interesse no DocLisboa, por estarem esgotados.


José Seramigo

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24 setembro 2008

24 de Setembro - Dia sem Autocarros

Esta semana houve o "Dia sem carros".
Talvez inspirada nisso, hoje inaugurei o "Dia sem Autocarros".
Bem talvez não o dia, mas a manhã sem autocarros.
Passo a explicar...
Hoje resolvi ir a pé desde casa até ao emprego. São 3 km, que fiz em menos de 35 minutos, desde que saí da porta do prédio até que piquei o ponto (0:34:18:98).
O engraçado é que levo pouco menos tempo se vier de autocarro.

Vamos ver se consigo manter este hábito saudável 1 a 2 vezes por semana. :-)

FlorGrela Estampa

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12 setembro 2008

Dilbert vai às minhas reuniões


Sempre que vou a uma reunião daquelas que se vê logo vão durar invariavelmente mais de 1 hora e meia ou duas horas, ao fim de algum tempo lá estou eu a garatujar os 'meus dilberts', de todos os tamanhos e feitios.


Será que é normal? Ou será que deveria ir a um especialista? ;-)


Irmã Gina São

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18 julho 2008

férias, quero férias...


...ah, e quero também um pedómetro

...e talvez ainda um gps

para partir à aventura em terras do sul de Espanha.


Já só faltam 15 dias.





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28 maio 2008

Concerto na Antena 2, 28 Maio às 21h (Teresa Valente Pereira & Co)

Hoje (28 de Maio) às 21h na antena 2 - no programa TEMPORADA DE CONCERTOS ANTENA 2 / IFP - é transmitido o concerto "Uma viagem musical ao século XX – Carta Branca a Teresa Valente Pereira", que se realizou no Instituto Franco-Português (Lisboa), a 2 de Novembro de 2007.

E. Hieaux, Sobre três poemas de Eluard p/ violino e piano
Kodály, Duo serioso p/ violino e violoncelo
G. Cassadó, Suite p/ violoncelo
Debussy, Sonata p/ violoncelo e piano Nº1
Chostakovitch, Trio p/ violino, violoncelo e piano Nº1, Op.8


* Teresa Valente Pereira (violoncelo). Adolfo Carbajal (violino). Bruno Belthoise (piano).

Agente Ultra Secreto Zero Vírgula Zero Sete, à escuta

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23 maio 2008

Eu vou...ao Alkantara Festival 2008

Eu vou...
... ver 14 espectáculos do Alkantara Festival, entre hoje (23 de Maio) e 6 de Junho!!!


Hoje vamos ao Teatro S. Luiz ver a peça Tempest II, às 21h.
Amanhã, 24 de Maio, vamos ver dois espectáculos: o bonanza às 19h, no teatro da politécnica, e o chácara paraíso às 21h30 no palácio de santa catarina.
Na segunda-feira, 26, temos bilhetes para o the dialogue series: iii. dinozord, no grande auditório do ccb.
Sexta, dia 30, é a vez de bahok, novamente no grande auditório do ccb.
Sábado, dia 31, vamos ver dois espectáculos, o nine finger ao teatro maria matos às 21h e o new works 1 às 23h no museu de electricidade.
Dia 1 de Junho, temos o new works 2, também no museu de electricidade.
Dia 2, há o banquete, às 20h, no Palácio da Ajuda.
Dia 3, temos o accords, às 21h no teatro S. Luiz.
Dia 4, vamos novamente a dois espectáculos, o china às 21h no museu do oriente, e o speaking dance às 23h no museu de electricidade.
Dia 5, temos o BLEIB opus #3, no Teatro Maria Matos às 21h.
Por fim, no dia 6, vamos ver as coisas maravilhosas, na Culturgest às 21h.

E, se não estivermos demasiado cansados, ainda podemos ver no sábado dia 7 o hars às 19h no ccb, e no domingo dia 8 o LION NOIR às 23h no Teatro S. Luiz (com entrada livre!!)

UFFF!!! Já estou cansada só de escrever isto...

Ah, e ontem ainda fomos ao pequeno auditório do CCB ver a OrchestrUtópica, pois a Teresa Valente Pereira (violoncelo) participou no concerto - como poderão verificar na página 19 do programa de sala. Há a referir sobre este concerto que a obra do Nuno Corte-Real "Elegia para piano e ensemble (2008)" mereceu vários bravos - sendo que o primeiro deles foi o do Fiambrelete, o que tem relevância, dado que foi a primeira audição absoluta desta obra, encomendada pela ORCHESTRUTOPICA com o apoio financeiro da Fundação do Centro Cultural de Belém.
BRAVO para o BRAVO!!! hehehe

FlorGrela Estampa

p.s. - Em 2006 também fomos ao Alkantara Festival nesta altura do ano, e vimos 12 espectáculos em 15 dias... Para quem quiser recordar, aqui está o link.

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19 maio 2008

Museu do Chiado - Revolução Cinética (Último Post)

Um video onde aparece um povni*.

* Pombo Voador Não Identificado.

FlorGrela Estampa

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Museu do Chiado - Revolução Cinética (3º post)


Continuando, aqui ficam 4 obras que, ao vivo fazem imenso efeito...
FlorGrela Estampa

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Museu do Chiado - Revolução Cinética (2º post)




A mesma obra, vista de lado e de frente...
FlorGrela Estampa

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O nosso primeiro pão...

...feito na máquina de pão Clatronic BBA 2605.
A máquina é muito fácil de usar e não é cara (49,99€ na Worten)
Os ingredientes necessários (vg., fermento seco, farinhas várias, sementes, etc.) podem ser facilmente encontrados, nomeadamente no supermercado do El Corte Inglés.
Resumindo, estamos rendidos aos encantos da máquina de fazer pão.
Já vamos na terceira 'fornada' de pão!
Primeiro fizemos dois pães brancos 'normais', sendo que no segundo substituímos a margarina e o açúcar por azeite e mel, respectivamente.
Este fim de semana foi a vez de fazer um pão de alfarroba, um pão que fica escuro e que parece saber a cacau.
A máquina permite ainda fazer bolos e compotas.
Como não podia deixar de ser há muitas receitas que podem ser encontradas em blogues da internet. Ficam aqui dois exemplos: http://areceitaestanomeublog.blogspot.com/ e >http://breadmachine.blogalia.com/categorias/recetas.
Esta semana vamos experimentar fazer um bolo. ;-)
FlorGrela Estampa

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21 abril 2008

Frase do fim de semana

Este fim de semana fomos ao Porto visitar uns amigos e ver a exposição que estava em Serralves.
Conversamos muito durante o fim de semana e, a páginas tantas, o nosso amigo disse a seguinte frase magistral para explicar o que se passa no seu local de trabalho:

"O ódio anda por lá..."

Escusado será dizer que, depois disso, a frase foi reaparecendo - aqui e ali - no nosso discurso...

FlorGrela Estampa

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03 abril 2008

Coincidências

A estória (verídica) passa-se na recepção do ginásio que FlorGrela frequenta.

FlorGrela: Boa tarde. Queria actualizar a minha morada.
Funcionária: Boa tarde. Diga, por favor...
FlorGrela: Rua ***** ** *******.
Funcionária: Ah, é a minha rua!!!... Eu moro no n.º 170.

Continuação (imaginária) da conversa:

Funcionária: What are the odds????*
FlorGrela: Na realidade as probabilidades não são assim tão baixas, pois a rua é bem comprida...

* Se a conversa fosse real, a funcionária provavelmente não usaria a língua inglesa para se expressar... but who cares?

p.s.1 - Se não tiverem nada que fazer podem calcular as probabilidades de duas pessoas morarem na mesma rua...
p.s.2 - Há menos de um mês fui a um jantar com os meus colegas da Escola Primária (a maioria dos quais não via há uns 28 anos) e a rapariga que se sentou à minha frente morava no bairro onde vivi de Junho de 1999 a Setembro de 2007, e apenas uma rua abaixo.
Note-se que este bairro (na margem sul) nada tem a ver com o local onde ambas fizémos a primária (em Lisboa). Mais uma vez: What are the odds? :-)

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12 março 2008

Frase dedicada ao Fiambrelete

"O Homem que remove montanhas
começa carregando pedras pequenas."
(provérbio chinês)

Fiambrelete, não era necessário ser tão fundamentalista e carregar as pedras nos rins!...até porque uma delas não era tão pequena como isso, não é?

FlorGrela Estampa

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