06 julho 2009

A propósito de obsessões

Para não variar, o que interessa é o futebol... e o MJ.
A nossa Judoca Telma Monteiro ganha o ouro no Grand Slam do Brasil, e a televisão não mostra o combate!!!!... só mostra uma ou duas imagens da atleta e já está. Só faltou passarem a notícia do ouro apenas em nota de rodapé.

http://www.tvi24.iol.pt/desporto/telma-monteiro-judo-rio-de-janeiro-grand-slam/1073764-4062.html

Já para a apresentação do C.R. em Madrid está programado um directo na TV logo ao final da tarde. Enfim.

José Seramargo

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05 julho 2007

Como uma campanha legítima pode perder credibilidade

Este cartaz é tirado do site da Associação de Estudantes do IST.

Devo dizer a priori que a luta é legítima. O assunto da revisão do estatuto das Universidades afecta obviamente os estudantes.

Mas note-se como os exemplos citados são completamente díspares, relativamente ao mérito da questão em causa.

Põe-se em pé de igualdade essa luta, o assunto da Época Especial para Trabalhadores-Estudantes (concordando-se ou não, outra luta legítima), com a proibição de venda de bebidas alcóolicas no campus do IST, fora da hora das refeições!! Se os alunos querem beber, certamente que há vários cafés e bares à volta do campus. Mas parece-me óbvio que uma Universidade não deve promover a venda "recreativa" dessas bebidas.

Põe-se também em pé de igualdade essa luta e a transferência do Arraial do Estudante para fora das instalações do IST... Arraial esse que causava inúmeros problemas de ruído, lixeiradas e bebedeiras.

Aprendem cedo a ser demagógicos, estes candidatos a futuros deputados e ministros... Mas há um mínimo de rigor e credibilidade que se deveria exigir em campanhas deste tipo, que assim correm o risco de não ser tomadas a sério pelos respectivos interlocutores.

Alberto Terego

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14 junho 2007

Serei eu o único...

...a embirrar com os anúncios dos bancos??

Os do BES são por regra irritantes e este último não foge à regra:
"Sou verde? Tenho luzes embutidas? Tenho portas de abertura retardada?"... Acho que os publicitários acreditam piamente que o seu público-alvo é que é retardado (o que provavel e infelizmente não andará longe da verdade)

Depois de terem popularizado o Gato Fedorento, os novos anúncios do Montepio com o António Feyo também mexem comigo. Era aquela frase: "bela cozinha... mas já está paga??". E agora é a famosa frase do "one night stand": "na tua casa ou na minha?"... Pode ser eficaz em termos de marketing, mas que é infeliz, é.

Alberto Terego

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07 maio 2007

Há anúncios que nos deixam indignados

Está agora a passar um anúncio na TSF que é mais ou menos assim:

Ela- Já ouviste falar da fórmula das viagens?
Ele- Fórmula das viagens??
Ela- Sim. Por exº, conheces a fórmula de Einstein?
Ele- E igual a M C quadrado.
Ela- Sim e neste caso é A igual a M T ao cubo
Ele- Mas isso é muito complicado [NB- ao quadrado estava bem, agora ao cubo é que já é complicado...]
Ela- Não é nada. Vê-la: A de Avis, M de milhas, T de TAP e 3 de milhas a triplicar!!! É o programa Avis que te dá milhas TAP Victória a triplicar, (etc...)
Ele- Nunca a matemática foi tão simples!

???!!!?????

Então a presença do 3 (do "ao cubo") na tal fórmula das viagens não reforça a idéia errónea que "ao cubo" é o mesmo que "vezes 3"????

A perpetuação desses erros nos media não é grave? Não é publicidade enganosa??, não no sentido de "ludibriar o ouvinte do ponto de vista do bem de consumo" mas neste caso por lhe transmitir de forma subtil um conceito matemático errado???

Alberto Terego
PS- o post sofreu um pequeno update

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06 maio 2007

AlGoRhythm

AlGoRhythm

I hear something, algo, … rhythm … ¯¯
Music to my ears? Not really …
...
The rhythm is played over and over
To persuade and indoctrinate
The many mindless pawns
It’s a jingle beating out loud
To chill all disagreeing voices
And silence their chants
It’s a tune that plays everywhere
To which mechanical pawns dance
As silly string-puppets
It’s an orchestrated AlleGory
To expose and reveal
An inconvenient truth
It’s a mantra of fear and urgency
To stage a global warning on
Global warming
It’s a hymn of misconception
To unify a global movement
Against rising temperatures
It’s a song of fallacy
To favor a publicity stunt
That misinterprets science
It’s a melodious formula
To perpetuate the control over the masses
Leveraged by the convenient spike in fossil fuel prices
It’s a marketing AlGoRhythm
To promote hidden agendas
And multiply the billions of the few
.
That is what the inconvenient truth really is.
.
gRingo eStar esteve a compor

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03 maio 2007

Icebergs e pessoas


As pessoas e os icebergs fascinam-me.
Provavelmente pela mesma razão...
De facto, num e noutro caso, há mais para descobrir do que se poderia imaginar.
José Seramigo

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27 abril 2007

Futurologia excêntrica

Não me admirava nada se daqui a uns tempos o eng. Carmona fizesse a seguinte declaração...



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20 abril 2007

As coisas que eu aprendo aqui no 10-A-C

1 - Por ca, pode-se dizer tudo e mais alguma coisa sobre alguem, sem sofrer qualquer represalia ou critica, desde que terminemos a difamacao com um "God bless his heart"!
.
2 - Fiquei a saber que E menos perigoso ser lambido na cara por um cao que ser beijado por uma pessoa.

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Artigo e texto sobre Pina (colado/cortado da caixa de comentários)

Ainda a propósito de Pina Moura, aqui vai um artigo excelente, intitulado "Rosa choque", de Ricardo Costa, da SIC (que, diga-se de passagem, não é um observador neutro no meio disto tudo...) E aproveito para fazer o "cortar-colar" dum comentário extenso a um post mais abaixo sobre este assunto.
Alberto Terego
PS- que raio de nome tem a empresa espanhola que está por detrás da Media Capital: Prisa...
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"Eles comem tudo e não deixam nada"...

O problema é que os que "comem" agora eram os que cantavam essas músicas há uns anos atrás.

Isto é muito parecido ao Animal Farm (em português "O triunfo dos porcos") de George Orwell, livro aliás de inspiração para o excelente "Animals" dos Pink Floyd.

Não ponho em causa o direito das pessoas de mudarem de idéias políticas. Mas o que chateia é fazerem actos de gestão danosa e... em vez de serem penalizados, serem promovidos. E para além disso, apelarem para o passado de resistência e passando uma mensagem de que são de "esquerda" e que continuam interessados no bem público. Não se põe em causa a "boa intenção" das pessoas e filosoficamente é possível que esse tipo de indivíduo seja a favor do socialismo, do colectivismo, etc. O que está em causa é a prática, neste caso a prática política. E isto não tem nada a ver com o mito que a pessoa de esquerda não pode ser "rica". Tem a ver é com o facto de se criticar os tubarões e... passar a ser um deles (não sejamos ingénuos, pois a Media Capital e a Iberdrola movem-se em mercados extremamente competitivos).

Voltando à questão do "prémio" que estes "resistentes" vão recebendo: porque então são promovidos?

Talvez pelo "mérito". É uma possibilidade legítima.

Outra possibilidade passa talvez pela carteira de "conhecimentos" e "influências" que entretanto foram acumulando, e que é particularmente útil a multinacionais estrangeiras, nomeadamente espanholas, cujo "frontman" se não fosse do "sistema", certamente que tornaria muito difícil o exercer da respectiva actividade económica (legítima, diga-se de passagem).

É difícil fazer juízos de valor à distância mas chateia-me quando se chamava a Sousa Franco o "pai do Déficit". Sousa Franco tinha fama de ser um homem extremamente sério. Para Portugal entrar no Euro foi ele que conseguiu baixar drasticamente o déficit!! Quando quis prosseguir as políticas impopulares e difíceis... colidiu com o aparelho partidário... e nessa situação foi ele que Guterres fez caír, ficando então Pina Moura com a acumulação das Pastas da Economia e Finanças, num período de expansão económica, em que -em contraciclo com a economia, como na altura ouvi na TSF Peres Metelo a realçar- se deveria ter optado por uma política "forreta", em vez do "despesismo" autorizado por Pina Moura, que é assim o verdadeiro pai do Déficit (Guilherme Bean Martins, que também me parece ser um homem sério, já não foi a tempo de fechar a torneira, e para mais não me parece que fosse especialista na matéria).

Portanto, pode ser boa pessoa e competente na sua área, mas guardo uma má impressão de Pina Moura.

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16 abril 2007

E agora a sério, mesmo a sério

Em vez de ter morto mais de 30 pessoas e depois se suicidado, o cobarde assassino em Virginia Tech deveria ter começado por se suicidar a si mesmo, e depois então poderia matar todos os que quisesse. Que tristeza!
Alberto Terego

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12 abril 2007

Esqueci-me de dizer...

(1) ... que o Primeiro-Ministro José Sócrates me convenceu ontem (na entrevista que deu à RTP1);
O discurso foi claro e admiro-lhe a pachorra para aturar as insinuações pouco fundamentadas dos dois jornalistas.
(2) ... que os comentários do dr. marques mendes me assustaram (pelo tom e pela pequenez de carácter que demonstram - e daí as letras minúsculas aqui empregues).

FlorGrela Estampa

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09 abril 2007

Percurso académico de Sócrates «é exemplar»

Curiosamente, na descrição que Mariano Gago faz do curriculum exemplar de Sócrates, nada é dito sobre a tal "Pós-Graduação em Engenharia Sanitária"... Será que isso agora acabou por ser limpo do curriculum??
Dr Matt Cunha

PS- posso estar a cometer aqui uma injustiça: não sei se o tal MBA é afinal a tal pós-graduação em Eng. Sanitária. Em princípio não. Mas então é possível que a pós-graduação não seja mencionada por ser irrelevante. Isto leva-me a notar -numa rara mudança de postura- que é preciso ver que se podem estar a cometer excessos na apreciação desta matéria. Em dois aspectos específicos.

Em 1º lugar, a bronca da Independente é a suspeita de desvio de fundos, tráfico de diamentes e influências. Trata-se de um possível caso de fraude que já tem sucedido às instituições mais respeitáveis. Quanto ao possível facilitismo pedagógico, supostamente já tinham havido inspecções, e se fecharam os olhos a alguma coisa, seria bom que agora se apurasse isso, mas insisto que o que está em causa aqui é um caso de suspeita de burla financeira. Ou seja, misturar a fraude com as dúvidas do diploma de Sócrates é forçado. Eu sei que 2 frases atrás eu escrevi "tráfico de influências", mas parece-me forçado na mesma fazer essa associação de idéias no caso concreto de Sócrates, o que tem sido feito com alguma ligeireza por algumas fontes jornalísticas, mas que pode ter custado muito ao país (em função da iminente presidência da UE e da importância do factor credibilidade).

Quanto ao suposto diploma com data de domingo, tanto pode ser um erro burro do escrivão, como pode ser um acto legítimo do Reitor, que não o deixa de ser ao domingo, como pode ser meramente uma data formal. O diploma de doutoramento do Alberto Terego tem a data oficial do final do ano lectivo da respectiva universidade americana, que neste caso ocorreu num sábado, em que obviamente as secretarias estão fechadas.

Em 2º lugar: para quem está a trabalhar noutra actividade (política ou não) é sempre meritório acabar os estudos em regime pós-laboral (e aqui sou sensível ao argumento de M. Gago, que contudo me soa mais a coisa de spin doctor que outra coisa), que é o que a Independente pelos vistos facultava. Se é mais fácil tirar o 10 na Universidade A do que na Universidade B... isso é um facto que se passa mesmo nas Universidades públicas. Daí uma necessidade de: a) avaliar seriamente as Universidades; b) valorizar as boas universidades, por se perceber que a média de 16 na Universidade X pode ter menos valor que o 14 na Universidade Y. Isto está obviamente na mão dos empregadores, e instituições oficiais, que facilmente poderiam constituír fórmulas de avaliação que ponderassem a nota individual e a instituição. Isso faria que TODOS os actores -alunos e professores- duma instituição tocassem a reunir na defesa do prestígio e ranking da sua Escola. Como é que pensam que o MIT, Harvard e outros defendem a sua posição prestigiada? Mas em Portugal não se premia o mérito, estimula-se a competição fratrícida interna e ignora-se (ou sabota-se) arrogantemente as contribuições de outrem, especialmente "se me fizerem sombra a mim", ou meramente "se não tiver sido eu a dar a idéia". Ou seja, e para refocar no assunto em causa, em Portugal frequentemente as pessoas não tratam dos assuntos com seriedade, que é afinal o que está em causa nesta apreciação do caso do diploma de Sócrates: quer a "seriedade" (em opisição a "ligeireza") dos jornalistas e analistas, bem como -para não sermos ingénuos- a seriedade que deve acompanhar a obtenção dum grau académico e a posterior colocação de informações nos Curricula.

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07 abril 2007

Sabedoria multidimensional

Segundo o meu ponto de vista, as pessoas deviam seguir linhas de raciocínio profundas, não superficiais, para lidar com o avolumar de problemas com que são confrontadas no dia-a-dia agitado dos tempos modernos.
Juan Hónimo

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27 março 2007

ALeGORia

Eu proponho alargar o significado da palavra alegoria.
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num sentido abrangente, tal qual nos dicionarios da Porto Editora, alegoria significa:
1. representação de uma realidade abstracta através de uma realidade concreta, por meio de analogias, metáforas, imagens e comparações; representação simbólica;
2. obra de arte que representa uma ideia abstracta;
3. expressão verbal ou plástica de uma coisa, com o fim de que as palavras ou imagens usadas sugiram outra coisa;
4. concretização por meio de imagens, pessoas e figuras, de ideias ou entidades abstractas;
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ou, de uma forma mais resumida, podemos dizer que alegoria epitomisa uma série de metáforas ou uma metáfora que pretende concretizar um pensamento ou uma situação abstracta.
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Ora, digam la se nao acham que a palavra ALEGORIA E uma forma linda e poetica de descrever, educada e elegantemente, o tal devaneio mental do "aquecimento global provocado por accao humana" defendido ferozmente pelo Al Gore?
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No seguimento dos pontos anteriores, podemos considerar que o documentario "An inconvenient truth", apresentado e comentado pelo Al Gore e galadoardo recentemente com um oscar, E uma obra de arte, cheia de representacao simbolica (leia-se graficos), imagens e comparacoes, que procura expressar verbal e visualmente uma ideia abstracta com o fim de as palavras ou imagens usadas surgiram outra coisa.
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E ou nao E????? Pois claro!
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Portanto, daqui em diante, eu proponho que ALeGORia possa tambem ser usado para nos referirmos A teoria de aquecimento global do Al Gore.
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E assim, a minha querida lingua portuguesa torna-se ainda mais rica.

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16 março 2007

Farm azia

Fui à farmácia hoje aviar uns medicamentos. No caso dum deles, o mais caro, só haviam caixas "grandes", de 56 comprimidos, custando mais de 3o euros (para o utente). O farmacêutico ligou para o armazém, para saber quando vinham as caixas "pequenas" de 28 comprimidos (metade do preço), sendo que o informaram que essas caixas estão "esgotadas". E aí o farmacêutico recordou-se que "é verdade, a caixa pequena está esgotada desde Janeiro". Então, resignado, aceitei a embalagem grande, que daqui a uns tempos vai para a minha pequena "farmácia particular dos medicamentos ainda dentro do prazo", que não é assim tão pequena quanto isso.

A diferença entre a caixa pequena e a caixa grande suponho que seja a seguinte: os dizeres na caixa grande são um pouco maiores e o seu volume alberga 4 tirinhas de 14 comprimidos cada, ao passo que na caixa pequena cabem só 2 tiras.

Que raio, produzam caixas pequenas!!!

Nos EUA os médicos prescrevem o medicamento, a dose diária e o nº de comprimidos. Vai-se à farmácia, entrega-se a receita e daí a 5 minutos recebe-se um frasquinho com a prescrição. Nem mais nem menos. O tratamento é aquele, toma-se até ao fim, não há dúvidas nem desperdícios.

O irónico é que a dona da farmácia, a farmacêutica-mor, olhou de relance para a receita e ficou revoltadíssima: é que ela notou que o médico se tinha esquecido de escrever a data. "O sr. já está atendido e não tem culpa nenhuma, mas não lhe deveríamos aviar a receita, pois ao pôr a data pode ser considerado rasura e o Estado pode recusar o pagamento da comparticipação". Ao que continuou: "é mais uma brincadeira do Ministro".

E eu cá para comigo "o quê?? Sou realmente um felizardo por lhe ter acabado de pagar mais de 40 euros de medicamentos. E ao que é o ministro aqui chamado??!". Entretanto, o farmacêutico-empregado ficou com os meus contactos, caso houvesse algum problema...

Alberto Terego
PS- o medicamento em causa é para o estômago e uma das indicações é mesmo para o tratamento da azia. Consequentemente, o trocadilho do título não é forçado.

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15 março 2007

PRÉMIOS DA CRÍTICA 2006

"Foi divulgado a 15 de Fevereiro o Prémio da Crítica referente a 2006, atribuído pela Associação Portuguesa de Críticos de Teatro (...). O júri distinguiu as interpretações de Maria João Luís, em Stabat Mater (Artistas Unidos), e de João Lagarto, em Começar a Acabar (Teatro Nacional D. Maria II, Teatro do Bolhão e Os Crónicos).
No monólogo de Maria João Luís, encenado por Jorge Silva Melo, o júri sublinhou a rara oportunidade de “alguém nos proporcionar uma experiência tão emocionante; […] com meia dúzia de bancos e quase sem sair do mesmo lugar, [a actriz] consegue isto, e consegue que quem a viu e ouviu nunca mais a possa esquecer”.
No segundo monólogo, que João Lagarto também encenou, salienta “o solo tragicómico, vibrátil e intenso, em que [o actor] revelou uma vasta gama de recursos expressivos e uma apurada leitura do universo beckettiano. Dominando com mestria as margens e o âmago da dramaturgia de Beckett – e dando corpo e voz à sua inteligente e coesa leitura – Lagarto respondeu habilmente ao desafio maior que este texto colocava: intuir nas figuras da narrativa deste particular autor irlandês uma exigência de teatralidade e de figuração cénica”."

Texto retirado do n.º2 da revista Obscena.


BRAVO! BRAVO!
Duas das melhores peças que vimos em 2006 foram reconhecidas como tal.
E à conta disso, Stabat Mater será reposto no Convento das Mónicas de 9 a 24 de Março.

A não perder! A sério.

Pena é que não reponham a peça do mesmo autor (Antonio Tarantino) intitulada "Paixão segundo João".
Acreditem que eu ía vê-la novamente!

José Seramigo

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13 março 2007

Desconfio...

...que este aviso de Cavaco tem muito a ver com o facto do início do descalabro Guterrista ter coincidido com uma presidência europeia...
Dr Matt Cunha

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I´m getting Tyred of these Banks

Antigamente as pessoas alugavam casas.

Depois, passaram a comprar. Com a inflacção a 20´s% os juros eram altíssimos.

Então apareceram os créditos em que as mensalidades eram crescentes: pagar menos de início (mas normalmente o orçamento era à justa...) e ao fim de algum tempo começar a pagar -muito- mais (a evolução dos ordenados normalmente não acompanhava... ou seja, "mais uns biscates" ou "mais umas horinhas extraordinárias", para compensar).

Depois os juros começaram a descer (coincidiu com controlo da inflacção) e... agora os supercréditos já eram com... taxas fixas.

E apareceu apareceu a Lisbor e o spread, e entretanto o Euro e os juros baixaram ainda mais e depois já era a Euribor, e então o que era bom outra vez eram as... taxas variáveis.

Depois o Sr. Greenspan e o sr. Bernanke começaram a aumentar as taxas directoras e os sr. Duisemberg e Trichet lá tiveram que acompanhar e... agora o que é bom outra vez são as taxas fixas. E lá temos de gramar o(utro) irritante anúncio do BES.

Com as mudanças de ciclo, a inércia do sistema -e dos contratos- imaginem quem ganha com isto tudo...

Dr Matt Cunha

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12 março 2007

Blogues de esquerda, blogues de direita e blogues misturados

Observo que, em geral, os blogues são divididos em blogues de esquerda e blogues de direita.
Ora eu pergunto-me: será que o vistalegre é dos poucos blogues em que a direita e a esquerda convivem sem qualquer acrimónia (com excepção do moçolino fascista, claro...)?
Assim parece. Mas talvez seja pena, pois nem tudo é preto ou branco. Em geral as coisas são cinzentas e a melhor lógica não é a binária, mas sim a fuzzy logic.

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07 março 2007

tEm cA uma lata!!!

Os Americanos, claro! link tsf. Nos tempos que correm, havera pais neste mundo que mais viole os direitos humanos que os EUA???? O mais interessante parece ser que o tal relatorio nada menciona sobre aquilo que se passa nos EUA. E para Americano ver ... hipocritas da merda.

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